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Segmento · Posto de combustível

Controladoria para posto de combustível

A margem por litro é de centavos, então qualquer descontrole em quebra, prazo ou mix vira prejuízo rápido. Organizamos o financeiro do posto para você acompanhar esses números antes que eles virem problema.

Para postos e redes com faturamento de R$ 4M a R$ 70M
Indicadores da operação
VendasEstoqueClientes
Ticket médioR$ 18,4k▲ 4,1%
Conversão32%▲ 2,6 p.p.
Faturamento por vendedor — R$ mil
Ana
412
Bruno
298
Carla
211
Giro de estoque6,2x▲ 0,8x
Cobertura58 dias▼ 7 dias
Curva ABC — participação no estoque
Curva A
72%
Curva B
20%
Ruptura
1,8%
Inadimplência1,8%▼ 0,3 p.p.
Prazo fornecedor42 dias▲ 5 dias
Concentração — top clientes na receita
Top 1
24%
Top 2–5
38%
Demais
38%
Por dentro do setor

Como o dinheiro se comporta num posto

Muito volume, pouca margem

Um posto movimenta um caixa enorme todo mês, mas ganha poucos centavos em cada litro. Isso deixa a operação sensível a qualquer descontrole: uma quebra mal medida ou um prazo mal negociado já come boa parte do lucro. Não sobra folga para erro, e é por isso que controle num posto pesa mais do que na maioria dos comércios.

Quebra e evaporação

Parte do combustível se perde no caminho, por evaporação, variação de temperatura e diferença de calibração das bombas. É uma perda real, que aparece como diferença entre o que você comprou da distribuidora e o que vendeu no bico. Quando ninguém concilia essas duas pontas, essa quebra corrói a margem mês após mês sem que ela apareça em lugar nenhum.

Um posto é mais de um negócio

Combustível, conveniência, troca de óleo e lavagem funcionam de formas diferentes, cada um com sua margem, seu giro e seu jeito de gerar caixa. Olhar só o faturamento total esconde essa diferença. Em muitos postos, é a conveniência que segura a rentabilidade enquanto o combustível gira volume com margem apertada.

O problema

O que costuma sair do controle no posto

Ninguém explica a quebra

Sem cruzar a medição do tanque, as compras da distribuidora e a venda por bico, a diferença de volume fica sem resposta. Vira "deve ser evaporação", e com isso some a chance de saber se é perda física, erro de bomba ou desvio.

A margem parece maior do que é

É comum calcular a margem como preço da bomba menos custo da distribuidora. Só que faltam o frete, o custo do prazo, a quebra e o custo de operar. Com tudo na conta, o mês que parecia bom às vezes fechou no vermelho.

O caixa aperta mesmo vendendo bem

O posto compra da distribuidora em prazo curto e vende parcelado no cartão, que cai depois. Esse intervalo entre pagar e receber consome capital de giro, e o dono sente o aperto sem entender direito de onde ele vem.

Os números do seu setor

Os números que um posto precisa acompanhar

Montamos a leitura financeira do posto em cima do que importa no setor: margem real por litro e por bico, a quebra medida contra a venda, o giro do combustível e da conveniência, e o intervalo entre o prazo da distribuidora e o recebimento no cartão. Tudo conciliado com a bomba e o tanque.

Margem por litroQuebra e evaporaçãoGiro por bicoMargem da conveniênciaPrazo x recebimentoVolume por produto
Fluxo de caixa
próximos 6 meses
jul
ago
set
out
nov
dez
EntradasSaídas
Saldo projetado dez/26R$ 1,42M▲ caixa positivo

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Entregáveis

O que a Equitye entrega para posto de combustível

DRE gerencial separando combustível, conveniência e serviços
Margem real por litro e por tipo de combustível, depois de quebra e prazo
Conciliação de volume: compras da distribuidora, medição de tanque e venda por bico
Acompanhamento da quebra como linha de resultado
Fluxo de caixa considerando o descasamento distribuidora x cartão
Reunião mensal de resultado por unidade de negócio do posto
Dúvidas frequentes

Perguntas comuns sobre controladoria para posto de combustível

Controladoria serve para posto de combustível?
Serve, e talvez mais do que na maioria dos setores. Como a margem por litro é de centavos, um pequeno descontrole de quebra ou de prazo já vira prejuízo relevante. A controladoria ajuda justamente a acompanhar esses pontos de perto.
Como vocês tratam a quebra de combustível?
Conciliando três fontes: o que foi comprado da distribuidora, a medição física do tanque e a venda registrada por bico. A diferença deixa de ser "evaporação genérica" e passa a ser medida, o que ajuda a distinguir perda física de erro de calibração ou desvio.
Dá para saber a margem real de cada combustível?
Dá. Partimos do preço de venda e descontamos custo da distribuidora, frete, o custo financeiro do prazo e a quebra. A margem real por litro costuma ficar bem diferente da conta simples de preço menos custo.
A conveniência entra na análise?
Entra como uma unidade de negócio separada. Conveniência, combustível e serviços têm margens e giros bem diferentes, e separá-los mostra o que de fato sustenta o resultado do posto.
Preciso trocar o meu sistema de gestão de pista?
Não. Trabalhamos sobre o sistema de pista e retaguarda que você já usa. Organizamos os dados de bomba, tanque e retaguarda numa base única e conciliada.
Como entregamos

O que a Equitye coloca para rodar

Para se aprofundar

Leituras que ajudam a decidir

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