Receita recorrente muda a forma de ler o resultado: o que importa é MRR, churn, a relação entre o custo de aquisição e o valor do cliente, e quanto tempo o caixa aguenta. Organizamos esses números para você crescer sabendo se cada real de receita se paga.
IndicadoresNum negócio de assinatura, o cliente entra e paga mês após mês. O que importa não é a venda isolada, e sim o MRR, quanto dele se perde por churn e quanto cresce por expansão. Uma venda comemorada hoje pode virar prejuízo se o cliente cancelar antes de pagar o custo que deu para trazê-lo.
Uma anuidade recebida à vista é caixa hoje, mas receita reconhecida ao longo de doze meses. Confundir as duas coisas distorce o resultado nos dois sentidos: parece lucro quando entrou só o caixa, ou prejuízo quando o caixa já foi. Ler o negócio pela competência, com a receita diferida no lugar certo, é o que mostra a margem real.
Em tecnologia, gasta-se com vendas, marketing e produto muito antes de o cliente pagar o suficiente para cobrir esse gasto. Por isso a conta que importa é a relação entre o custo de aquisição e o valor do cliente ao longo do tempo, junto de quanto caixa a empresa queima por mês e por quanto tempo ele dura.
Entra cliente novo todo mês e o MRR sobe, mas se o cancelamento cresce junto, o crescimento é uma esteira. Sem medir churn e retenção de receita, a empresa comemora topo de funil enquanto perde base por baixo.
Anuidade recebida à vista infla o mês e some nos seguintes. Quando o resultado é olhado pelo extrato, a margem real do serviço fica distorcida, e decisões de preço e investimento saem de um número errado.
Empresa de tecnologia costuma operar queimando caixa para crescer. Sem acompanhar o burn e o runway, a captação ou o corte de custo chega tarde, no aperto, quando as opções já são piores.
Organizamos MRR e ARR, churn e retenção de receita, a relação entre custo de aquisição e valor do cliente, a receita diferida reconhecida pela competência, e o burn e o runway do caixa. É o que liga o crescimento à margem real e mostra se cada real de receita se paga.
Organizamos a sua base, entregamos um painel de indicadores construído para o seu modelo de negócio e fazemos a análise gerencial todo mês. E não só de finanças: vendas, estoque, clientes e fornecedores também.
Ver serviço →ProjetosValuation, M&A, modelagem financeira e estruturação para captação. Para quando a decisão é grande e o número precisa estar certo.
Ver serviço →Caso de usoUm painel construído para o seu modelo de negócio, com dados em tempo real. E não só de finanças: vendas, estoque, clientes e fornecedores aparecem ao lado da margem e do EBITDA.
Ver como funciona →Caso de usoQuanto entra, quanto sai e o que sobra, hoje e nos próximos meses. Caixa projetado, capital de giro e ciclo financeiro sob controle.
Ver como funciona →Caso de usoFaturar com um cliente não é o mesmo que lucrar com ele. Mostramos a rentabilidade real, a concentração de risco e quem vale a pena manter.
Ver como funciona →O orçamento anual envelhece antes do carnaval. O rolling forecast reprojeta os próximos 12 meses a cada mês. Veja quando usar cada um e como implementar sem virar mais um relatório.
Ler artigo →Fluxo de caixaLucro é o resultado do período. Caixa é o dinheiro que entra e sai. Entenda onde os dois se separam, com um exemplo numérico, e por que é preciso acompanhar ambos.
Ler artigo →ControladoriaComo calcular o ponto de equilíbrio da empresa, a estrutura de custos que sustenta esse cálculo e por que ratear custo fixo por produto leva a cortar a linha errada.
Ler artigo →Comece por um diagnóstico da sua estrutura financeira atual. Sem compromisso.