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Segmento · Indústria

Controladoria para indústria

Quando o custo de cada produto não é bem apurado, a fábrica acaba vendendo caro o que era barato de fazer e barato o que custava caro. Começamos pelo custeio, para você conhecer a margem real de cada linha antes de decidir preço e mix.

Para indústrias com faturamento de R$ 4M a R$ 70M
Análise — jun/2026
DREVariaçãoFluxo de caixa
Receita líquidaR$ 4,28M▲ 8,3%
CustosR$ 1,63M▼ 2,1%
Margem de contribuição61,9%▲ 1,4 p.p.
Despesas operacionaisR$ 1,73Mem linha
EBITDAR$ 0,92Mmargem 21,4%
Preço
+R$ 120k
Volume
+R$ 80k
Custo
−R$ 40k
Mix
+R$ 30k
Variação total+R$ 190kvs. mês anterior
jan
fev
mar
abr
mai
jun
Saldo projetadoR$ 1,42M▲ caixa
Por dentro do setor

Como o dinheiro se comporta numa indústria

Tudo começa no custo do produto

O custo de cada item junta matéria-prima, mão de obra, energia e uma parte dos custos indiretos da fábrica. Se essa conta é feita por cima, produtos que parecem lucrativos acabam sustentando outros que dão prejuízo. E como o preço nasce desse custo, o erro se espalha por toda a formação de preço e pelo mix que a empresa decide empurrar.

Máquina parada também custa

Quando uma linha fica ociosa, o custo fixo continua correndo, só que diluído em menos produção. Isso encarece cada peça e quase nunca aparece como uma linha na DRE. Sem medir a ocupação por centro, a fábrica embute esse custo no preço e perde competitividade sem enxergar o motivo.

O estoque prende caixa em três etapas

Na indústria o dinheiro fica parado em matéria-prima, em produto em processo e em produto acabado. São semanas de capital imobilizado em cada etapa. É o que torna o ciclo financeiro mais longo do que em outros negócios e faz o caixa apertar rápido quando a empresa cresce sem planejar essa conta.

O problema

O que costuma sair do controle na indústria

O preço nasce de um custo errado

Se o custo unitário está mal calculado, o preço sai torto já na largada. A empresa cobra pouco de um produto trabalhoso e caro de um simples, e a margem verdadeira se perde no resultado consolidado.

O rateio é feito no chute

Mão de obra e custos indiretos jogados por um critério genérico distorcem a margem de cada linha. E sem um critério escrito e mantido, cada fechamento conta uma história diferente, o que tira a confiança no número.

Falta o ponto de equilíbrio por linha

A fábrica conhece o faturamento total, mas não sabe quanto cada linha precisa produzir para se pagar. Aí decisões de escalar ou descontinuar um produto acabam saindo no feeling.

Os números do seu setor

Os números que uma indústria precisa medir

Montamos o custeio por produto e por ordem de produção, com o rateio de mão de obra e custos indiretos feito por um critério definido e estável. Disso saem a margem de contribuição por linha, a ocupação e a ociosidade de cada centro e o ponto de equilíbrio de cada produto, para decidir preço e mix com base em número.

Custo por produtoCusto por ordemRateio de MOD e GGFMargem por linhaOciosidadePonto de equilíbrio
Dados — consolidação
OrigensPlano de contasConciliação
ERPContabilidadeBancosPlanilhasOperação
Base única e confiável
1 verdade — não 5 versões
Receita operacional3 contasok
Custos de produtos/serviços7 contasok
Despesas operacionais12 contasok
Centros de custo9 centrosok
Resultado financeiro4 contasok
Plano de contas revisadook
Centros de custo reclassificadosok
Conciliado com a contabilidadeok
100% conciliado — base pronta para análise gerencial.

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Entregáveis

O que a Equitye entrega para indústria

Custeio por produto e por ordem de produção, com critérios documentados
Margem de contribuição por linha, produto e cliente
Rateio de mão de obra direta e custos indiretos por critério estável
Indicadores de ocupação, produtividade e ociosidade por centro
Ponto de equilíbrio por linha e apoio à formação de preço
DRE gerencial conciliada com a contabilidade, aberta por unidade
Dúvidas frequentes

Perguntas comuns sobre controladoria para indústria

Qual a diferença entre custeio por absorção e variável?
O custeio por absorção distribui todos os custos de produção ao produto, inclusive os fixos, e é o exigido pela contabilidade. O variável considera só os custos que variam com a produção, e serve melhor para decisão de preço e mix. Usamos os dois: um para conciliar, outro para decidir.
Como vocês rateiam custos indiretos?
Com um critério definido junto com a operação (horas-máquina, volume, área ou consumo), documentado e mantido estável. É a estabilidade do critério que torna a margem por produto comparável de um mês para o outro.
Dá para saber a margem de cada produto?
Dá, e costuma ser o maior ganho na indústria. Com o custeio bem feito, a margem de contribuição por linha e por produto aparece, e o mix de venda passa a ser decidido pelo lucro, não pelo volume.
Vocês medem a ociosidade da fábrica?
Medimos a ocupação e a produtividade por centro de custo. A ociosidade é um custo fixo que continua correndo com a máquina parada e quase nunca é lançado. Torná-lo visível costuma mudar decisões de turno, mix e investimento.
Precisamos de um ERP industrial específico?
Não. Trabalhamos sobre o ERP e os apontamentos de produção que você já tem. Organizamos os dados de ordem de produção, apontamento e estoque numa base única e conciliada.
Como entregamos

O que a Equitye coloca para rodar

Para se aprofundar

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