O resultado de uma transportadora se decide no custo por quilômetro, na ocupação do veículo e no diesel, que é a maior despesa da operação. Organizamos esses números por rota e por veículo para você saber onde cada frete realmente dá margem.
Indicadores da operaçãoO custo de uma transportadora se forma no quilômetro rodado: diesel, pneu, manutenção, motorista, pedágio e a depreciação do veículo. Se esse custo por km não é bem medido, o preço do frete acaba saindo pela tabela do concorrente, não pelo custo real. Frete que parece bom às vezes não cobre o custo de rodar aquela distância com aquele veículo.
O combustível costuma ser a maior linha de despesa, e ele oscila com o preço na bomba e com o consumo de cada veículo e motorista. Pequenas diferenças de consumo, espalhadas por toda a frota e por muitos quilômetros, viram um valor grande no fim do mês. Sem acompanhar consumo por veículo, essa variação passa batido.
Um caminhão só dá retorno quando está rodando cheio. Tempo parado em manutenção, ociosidade da frota e viagem de volta vazia são custo sem receita do outro lado. Medir a ocupação e o aproveitamento de cada rota mostra onde a operação está deixando dinheiro na estrada.
Sem custo por km e por rota, o preço do frete sai da tabela do mercado ou do concorrente. Aí a transportadora aceita carga que não paga o custo de rodar, e a margem some numa rota que parecia boa.
Quando o combustível é acompanhado só no total, o veículo que gasta demais e a direção ineficiente se perdem na média. É uma perda recorrente que dilui a margem sem aparecer.
Manutenção corretiva, troca de pneu e a depreciação do veículo entram como surpresa, não como custo planejado por km. Sem isso na conta, a frota parece mais barata do que é, e a hora de renovar chega sem preparo de caixa.
Organizamos o custo por quilômetro e por rota, o consumo de diesel por veículo, a ocupação e o aproveitamento da frota, a manutenção e a depreciação, e o resultado de cada rota e cliente. É o que sustenta o preço do frete e a decisão de renovar frota com número, não no palpite.
Fluxo de caixaOrganizamos a sua base, entregamos um painel de indicadores construído para o seu modelo de negócio e fazemos a análise gerencial todo mês. E não só de finanças: vendas, estoque, clientes e fornecedores também.
Ver serviço →ExecuçãoAutomatizamos a rotina que hoje consome o seu time financeiro: consolidação de dados, relatórios e conferências. Menos trabalho manual, menos erro, e gente com tempo para analisar.
Ver serviço →Caso de usoNão só o resultado consolidado: onde a empresa ganha e onde perde dinheiro, com margem aberta por unidade, produto e filial.
Ver como funciona →Caso de usoQuanto entra, quanto sai e o que sobra, hoje e nos próximos meses. Caixa projetado, capital de giro e ciclo financeiro sob controle.
Ver como funciona →Caso de usoFaturar com um cliente não é o mesmo que lucrar com ele. Mostramos a rentabilidade real, a concentração de risco e quem vale a pena manter.
Ver como funciona →A DRE fiscal existe para o governo. A DRE gerencial existe para a gestão: margem por unidade, produto e filial. Veja como montar a sua em cinco passos.
Ler artigo →ControladoriaComo calcular o ponto de equilíbrio da empresa, a estrutura de custos que sustenta esse cálculo e por que ratear custo fixo por produto leva a cortar a linha errada.
Ler artigo →Fluxo de caixaO guia completo do fluxo de caixa para média empresa: os três tipos, como montar a projeção que serve para decidir, o erro de planilha mais comum e como ler o que ele mostra.
Ler artigo →Comece por um diagnóstico da sua estrutura financeira atual. Sem compromisso.